quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Em teu silêncio minha vida dispersa se recolhe qual onda calma no canto da derradeira luz.

Em tua oração minha sede infinita se apaga qual súbito veio de água na grama da árida montanha

Em teu amor meu coração se purifica na confiança qual lamparina iluminada pelo jorrar do óleo.

Oh! Anjo do Louvor e da eterna contemplação, Anjo em adoração, toma em tuas puras mãos, o breve fulgor de minha vida e torna-a um Hosana de fogo
que não se apaga mais.
 
Mª Pia Giudici      
CAPES abre seleção de professor para atuar nos EUA

Publicação: 17/08/2011 15:21 Atualização: 17/08/2011 15:27

Da redação do Diário de Natal
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) por meio da Coordenação Geral de Cooperação Internacional, e a Comissão para o Intercâmbio Educacional entre o Brasil e os Estados Unidos (Fulbright) estão com seleção aberta para professor assistente de Língua Portuguesa nos EUA.

Os candidatos selecionados terão o objetivo de incrementar o ensino de Português em universidades norte-americanas e estreitar as relações bilaterais entre os dois países. O professor selecionado receberá um a bolsa com benefícios à moradia; alimentação; transporte local; seguro saúde e passagem aérea de ida e volta em classe econômica promocional.

Os interessados, além de possuírem bacharelado ou licenciatura em Língua Portuguesa ou Inglesa, deverão ter nacionalidade brasileira e não ter nacionalidade estadunidense; ter proficiência em inglês, estar residindo no Brasil durante o processo seletivo e não receber bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras para o mesmo objetivo.
O programa prevê a concessão de até 30 bolsas, com duração de nove meses, no período letivo 2012-2013 da instituição para a qual o candidato for selecionado nos EUA (agosto/setembro de 2012 a maio/junho de 2013). O período de inscrição se encerra dia 30 de setembro. Veja o site da Fulbright e tenha acesso à ficha de inscrição. Confira o Edital completo.

sábado, 13 de agosto de 2011





12/08/2011

Células imunológicas alteradas geneticamente atacam leucemia

Redação do Diário da Saúde

A terapia genética aumentou em até 1.000 vezes o número de células T alvejando diretamente o tumor, um resultado que as drogas quimioterápicas não chegam nem perto.[Imagem: UPenn]
Células imunológicas modificadas geneticamente atacam leucemia
Terapia genética
Cientistas conseguiram um avanço inédito no tratamento da leucemia tratando os pacientes com versões geneticamente modificadas de suas próprias células T.
As células T, ou linfócitos T, são parte do grupo dos chamados glóbulos brancos do sangue, desempenhando um papel central no funcionamento do sistema imunológico.
O tratamento experimental mostrou resultados sustentados durante até um ano depois do procedimento, em um pequeno grupo de pacientes com leucemia linfocítica crônica avançada - ou leucemia linfoide crônica (LLC).
Células matadoras
O protocolo de tratamento envolve a remoção de células doentes do paciente, sua modificação por engenharia genética e, em seguida, a reinfusão das novas células de volta no corpo do paciente, depois que este já passou pela quimioterapia.
"Em três semanas os tumores tinham sido eliminados, de uma forma muito mais violenta do que esperávamos," disse o Dr. Carl June, da Universidade da Pensilvânia. "Funcionou muito melhor do que imaginávamos."
Segundo os cientistas, a tática é de um ataque direto ao tumor, o que torna o procedimento passível de ser empregado também para o tratamento de outros cânceres, incluindo os de pulmão, ovários, mieloma e melanoma.
Esta é a primeira vez que a terapia genética é usada para criar células T "matadoras em série" dirigidas especificamente para tumores cancerígenos.
Os resultados do estudo piloto, feito em apenas três pacientes, mostram um contraste gritante com as terapias existentes para a LLC.
Sem opções
Os pacientes envolvidos no estudo tinham poucas outras opções de tratamento.
A única terapia curativa potencial teria envolvido um transplante de medula, um procedimento que requer uma hospitalização prolongada e com um risco de mortalidade de 20 por cento.
E, ainda assim, o transplante de medula nesses casos oferece uma chance de apenas cerca de 50 por cento de cura, na melhor das hipóteses.
Engenharia genética
Depois de remover as células doentes dos pacientes, a equipe reprogramou-as para atacar as células tumorais.
Para isso eles as modificaram geneticamente, usando um vetor conhecido como lentivírus, uma espécie de vírus de ação lenta.
O vetor codifica uma proteína similar aos anticorpos, chamada de receptor quimérico de antígenos - uma quimera é um animal mitológico híbrido, resultado da combinação de dois tipos de animais; isto significa que o receptor quimérico é formado por proteínas diferentes.
O receptor quimérico se expressa na superfície das células T e é projetado para se ligar a uma proteína chamada CD19.
Assim que as células T passam a expressar o receptor quimérico, elas concentram todas as suas atividades de defesa do organismo em cima das células que expressam a CD19 - isso inclui as células tumorais da leucemia linfoide crônica, mas também células B normais.
Todas as outras células do paciente que não expressam a CD19 são ignoradas pelas células T modificadas, o que limita os efeitos colaterais geralmente experimentados durante as quimioterapias - uma vez que apenas as células B normais serão atacadas desnecessariamente.